Para desejar um ano novo cheio de boas energias e ternura pra todos! :)
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
'Bolero, nossos versos são banais..'
E o ano foi num sopro. Vento doido varrido de mudanças. Bafo quente da morte em algumas quase despedidas. Os últimos suspiros úmidos dados na estrada no rastro de um adeus.Dias negros, cinzas, furta cor, amarelos, vermelhos... Nada passou em branco. Apenas passou.
Momento Tabula Rasa. Capa negra com florzinhas violeta.
Raiva cintilante, vida intrigante e mais uma vez estou sorrindo. Pra quem fica, tchau.
O fim é um recomeçar e não é nada estranho eu, em meio a um certo caos, estar sorrindo.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Realmente mágico.
Não interessa se você é letrado ou não; o que importa é se você vive aquilo que fala.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Doralice, eu bem que lhe disse...
Tudo apontava que mais uma vez pra Doralice, tinha sido bobagem, tudo ilusão...grande decepção.
Mas no fundo a culpa não era dele...
Ela é que não tinha sorte com amores, sempre tomava a frente das coisas quando era preciso. Eles, então, se acomodavam, claro! Era bem mais fácil.
Assim tinha sido em todos os relacionamentos, inclusive algumas amizades...
Ela sempre ia até as últimas consequências, não poupava esforços pra ver feliz quem amava. Até que chegava a hora, cansava.
Faltava ELA ser feliz!
Vai saber se o erro dela era ser transparente demais, sempre lhe diziam que isto não era coisa de gente grande, que os adultos precisam de uma dose de mistério, e dos tais joguinhos de sedução, que ela tanto odiava, nunca deu tanta atenção pra isso, vai ver que por isso, pagava o preço, tão alto, às vezes! Ah, Doralice!
O fato é que agora ela precisa ser cuidada. Receber carinho, rosas, mas sem os espinhos. No fundo, no fundo... ela não quer nada além do amor.
Pasmem, Doralice teima em acreditar nele, mesmo sob lágrimas no chuveiro entoando triste melodia em sua doce voz, ela acredita que o amor haverá de lhe visitar outra vez, quem sabe pra ficar.
Vai Doralice! Depois, só não podes dizer que eu não avisei.
Mas no fundo a culpa não era dele...
Ela é que não tinha sorte com amores, sempre tomava a frente das coisas quando era preciso. Eles, então, se acomodavam, claro! Era bem mais fácil.
Assim tinha sido em todos os relacionamentos, inclusive algumas amizades...
Ela sempre ia até as últimas consequências, não poupava esforços pra ver feliz quem amava. Até que chegava a hora, cansava.
Faltava ELA ser feliz!
Vai saber se o erro dela era ser transparente demais, sempre lhe diziam que isto não era coisa de gente grande, que os adultos precisam de uma dose de mistério, e dos tais joguinhos de sedução, que ela tanto odiava, nunca deu tanta atenção pra isso, vai ver que por isso, pagava o preço, tão alto, às vezes! Ah, Doralice!
O fato é que agora ela precisa ser cuidada. Receber carinho, rosas, mas sem os espinhos. No fundo, no fundo... ela não quer nada além do amor.
Pasmem, Doralice teima em acreditar nele, mesmo sob lágrimas no chuveiro entoando triste melodia em sua doce voz, ela acredita que o amor haverá de lhe visitar outra vez, quem sabe pra ficar.
Vai Doralice! Depois, só não podes dizer que eu não avisei.
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